
Por esses dias assisti novamente a um clássico. Um filme despretencioso, envolvente e inteligente chamado “Rain Man”. O longa estrelado por Tom Cruise e Dustin Hoffman foi lançado em 1988 e conta a história de Charlie Babbit (Cruise), um negociante de carros da Califórnia que retorna ao seu estado de origem para o funeral de seu pai. Nesse ínterim, Babbit descobre que seu pai deixou uma enorme herança, mas não para ele, e sim para Raymond, o irmão mais velho o qual ele desconhecia a existência.
Charlie, começa a lutar pela guarda de seu irmão, um autista-sábio, que até então residia em uma espécie de manicômio. Ao fugir com ele da Clínica, os dois atravessam os EUA, e pelo caminho se conhecem e começam a buscar a essência da família e de sua relação. Charlie, desenvolve carinho e responsabilidade pelo irmão, e a questão deixa de ser a herança e passa a ser a relação familiar, mudando a vida de ambos para sempre.
A atuação de Hoffman supreende. Ele se caracteriza como um autista com incrível facilidade com numeros e memorização, com manias, tiques e detalhes que não passam despercebido. Por essa atuação, Hoffman venceu o Oscar de Melhor Ator, mostrando toda a versatilidade do ator que convence até vestido de mulher, vide o filme “Betsy”, até em papéis no qual o personagem tem força e energia como em “O Júri”. Tom Cruise não decepciona como o irmão ganancioso mas de bom coração, no entanto, ainda não fora desta vez que seu trabalho foi reconhecido (no ano seguinte, Cruise foi indicado ao Oscar pela sua atuação maginfica em outro clássico “Nascido Em 4 De Julho”).

O filme tem um roteiro muito inteligente e original. As situações pelas quais os irmãos Babbit se envolvem não caem no lugar-comum de muitos outros filmes, o desenrolar do filme prende a atenção e emociona em diversas vezes, trazendo a toda questões familiares que tocam e fazem refletir.
Fica o trailer do filme e a indicação de que “Rain Man”, vencedor de outros três Oscars além de melhor ator: Melhor Roteiro Original, Melhor Diretor e a esttueta máxima de Melhor Filme. Nçao obstante faturou os outros dois grandes festivais de cinema: Urso de Ouro em Berlim e também o Globo de Ouro, sem dúvida um dos grandes clássicos da história do cinema:
